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Centrais Sindicais fazem nesta sexta novo ato pela vida, emprego e fora bolsonaro

07 de agosto é Dia Nacional de Luto e de Luta.

Publicado: 06 Agosto, 2020 - 16h08

Escrito por: CUT BAHIA

CUT BAHIA
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Fora Bolsonaro
 
Com a pandemia do coronavírus matando centenas de pessoas diariamente, e o desemprego batendo recorde atrás de recorde, é passada a hora da sociedade reagir. Esse cenário é ainda mais desafiador para a classe trabalhadora, que nesta sexta (7) estará engajada numa manifestação nacional em defesa da vida, pelo emprego e também pelo “Fora Bolsonaro”, pois é o governo o responsável maior pela imensa crise que o Brasil mergulhou. O desemprego atinge mais de 13 milhões de pessoas e o vírus já matou cerca de 100 mil brasileiros.
 
Diante da gravidade do cenário, o ato também é denominado de “Dia Nacional de Luto e de Luta”, e irá acontecer nas capitais e grandes cidades do país. Em Salvador, a organização é da CUT Bahia, CTB, Força Sindical, UGT e NCST, além da Frente Brasil Popular, estando está marcado um ato simbólico às 7 horas desta sexta, no Farol da Barra, bem como a colocação de cruzes em avenidas para simbolizar as milhares de vítimas do coronavírus e do governo que teima em negar a gravidade dessa pandemia, se recusando a tomar medidas para conter a doença e evitar a multiplicação de mortes.  
 
Não é só: durante o dia tem uma intensa programação nas redes sociais que poderá ser acompanhada pelo Facebook e o canal do YouTube da CUT Bahia. Das 7 às 10 horas haverá transmissão ao vivo das manifestações nos estados, seguida por uma “live” das 14 às 16 horas com diversos convidados abordando as duas crises que assolam o país, a econômica e a de saúde, e outra “live” com abordagens variadas das 19 às 20 horas. 
 
Vários sindicatos confirmaram participação nos atos conjuntos das centrais sindicais. É mais uma reação ao presidente Bolsonaro, que vem comandando seguidos ataques aos direitos trabalhistas e aprofundando o desemprego, a fome e a miséria, e ao mesmo tempo não toma o comando das ações para enfrentar o coronavírus, deixando a tarefa para governadores e prefeitos, como se ele não tivesse responsabilidade no problema.