• TVT
  • RBA
  • Rádio CUT
MENU

“A luta vai continuar cada vez mais forte" afirma o presidente da CUT Bahia

Publicado: 03 Outubro, 2019 - 17h35 | Última modificação: 03 Outubro, 2019 - 18h17

Escrito por: Ascom CUT Bahia - Aline Damazio

notice

Mais de 10 mil pessoas participaram da manifestação em defesa da educação pública nas ruas do Campo Grande até o Campo da Pólvora na manhã desta quinta-feira (3).

A CUT Bahia, demais centrais, movimentos sociais, estudantes, protestaram contra os cortes da educação, contra o projeto “Future-se”,contra a Portaria nº 770, que publitiza as atividades nas unidades escolares, contra reforma da Previdência, a venda as estatais, em defesa da soberania nacional, por mais posto de empregos com dignidade, a Amazônia e por Lula Livre. As bandeiras de lutas unificadas fortaleceram todas as lutas que transforam as ruas de Salvador em palco para denunciar a sociedade os ataques do governo Bolsonaro (PSL).

O entendimento dos trabalhadores prometem continuar essa luta que diz não ao governo federal que segue administrando o país dando as costas para os mais pobres.

O presidente da CUT Bahia, Cedro Silva destaca que o momento e demonstrar publicamente o desagrado da maioria da população com tomadas de decisões arbitrárias do governo. “Não vamos aceitar o Brasil subalterno. A luta vai continuar cada vez mais forte na rua, a até o brasil reconquistar a democracia e soberania nacional, esse foi recado passado por milhares de pessoas que fizeram parte da manifestação”, afirma

Ainda de acordo com o presidente da CUT Bahia, a unidade será o melhor caminho para todos que não aceitam as mudanças que prejudicam os trabalhadores (as) e a população mais pobre do Brasil. “Neste momento, o caminho é a unidade que todas as entidades tenham essa compreensão de que nós venceremos essa batalha com movimentos mais fortes e com bastante objetividade. Organizar e juntar centrais sindicais, sindicatos que representam trabalhadores e empresas estatais e continuar essa mobilização cada vez mais crescente. Com isso, vamos demonstrar muita mais força nessa luta”, orienta Cedro.

Participaram da manifestação o sindicatos Sindipetro, Sindiquímica, Sindsaúde APLB, Sindlimp, Sinpojud, Sinasefe sindicato dos metalúrgicos, rodoviários, vigilantes, enfermeiros, engenheiros, bancários entre outros, todos com a compreensão forte que o caminho é a aluta para vencermos os desmontes e retrocesso que o atual governo federal tenta impor a maioria da sociedade brasileira.

A luta continua a CUT Bahia, sindicatos filiados, estudantes prometem continuar essa luta pela educação pública do Brasil.

A CUT Bahia continua capitaneando as lutas. As próximas ações de acordo do calendário de lutas próximas são dia 4/10 - Reunião das Centrais Sindicais, Sindicatos, Movimentos Sociais, Populares com a Comissão Local de Trabalhadores DIVAST/CESAT na CUT Bahia, 9h, de 7 a 10/10 - 13º CONCUT - Congresso Nacional da CUT em Praia Grande; 11/10 - Ato Público - Defesa das Políticas de Saúde do Trabalhador / Não a Venda do Prédio da Divast/Cesat; 23/10 - Reunião Extraordinária da CUT Bahia. Avaliação do CONCUT, informes do CECUT, A CUT que queremos. Participe!

66 anos da Petrobras também é marcado por mobilização

A Petrobrás completa 66 anos, nesta quinta-feira (3), uma das maiores empresas petroleira do mundo, com a descoberta do pré- sal a empresa cresceu muito, se tornou a quarta maior empresa do petróleo no mundo e hoje vemos a Petrobras ser destruída pelo governo Bolsonaro e entregando essa riqueza dos brasileiros na mão do capital internacional.

“A Petrobrás é nosso grande símbolo nacional por isso, que os sindicatos e trabalhadores estão trabalhando 24 horas por dia na defesa dessa estatal. A empresa tem uma responsabilidade muito grande com o desenvolvimento social do país, por cadeia produtiva de petróleo que gera milhões de postos de trabalho. Direta e indiretamente da tecnologia a matéria prima e gerado pela empresa. Por isso estamos resistindo, aos 66 anos igual o Brasil estamos resistindo e mas damos parabéns a Petrobrás, grande empresa redentora do Brasil”, completa Cedro Silva, presidente da CUT Bahia.