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CUT participa do I Encontro EcoFeminista da Bahia

O encontro discutiu feminicídio e ocupação desigual nos espaços políticos.

Publicado: 07 Março, 2018 - 13h49

Escrito por: Ascom CutBahia- Jelber Cedraz

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Aconteceu ontem, terça-feira, 06 de março, dando inicio as comemorações o Março Mulher, na cidade de Paulo Afonso (Ba), o I Encontro Ecofeminista de Paulo Afonso, no auditório da UNEB, com o tema "O tempo de transformar a vida das mulheres é agora" realizado pela  AGENDHA - Assessoria e Gestão em Estudos da Natureza Desenvolvimento Humano e Agroecologia.  Na mesa de abertura a Deputada Fátima Nunes, Dra Maria do Socorro Rollim, Presidente da Seccional da OAB, Dra Cecília Maria Bezerra de Oliveira, professora do Campus da UNEB, Valda Arroucha, socióloga da AGENDHA e representando a CUT Bahia e Nacional Elisangela Araujo para debater o Empoderamento da Mulher, Autonomia Feminina, Combate a todas as violências - físicas, econômicas, psicológicas e patrimoniais.

Em 2017, até 18 de dezembro, foram pelo menos 39 casos – um levantamento feito pela imprensa da Bahia, onde identificou 33 dessas vítimas. Em comum, todas histórias com o mesmo nível de crueldade e que despertaram a mesma revolta. E histórias que parecem não ter fim. Outro ponto de debate na abertura a ocupação desigual nos espaços políticos, onde por unanimidade defendem eleições onde sejam ocupados cargos políticos por mulheres.

“Estamos em uma nova transformação social, a da revolução a parti das novas tecnologias mais não se esquecendo do principal ponto, a formação política, nosso desafio está na nova geração que precisa de mídias que sejam ao lado do trabalhador e, por isso, apresente a verdade, não o que mídias hegemônicas digam que está bem o que não está”, alertou Elisangela.

Participaram do evento, mulheres da agricultura familiar, extrativistas, artesãs, pescadoras, do Movimento dos Sem Terra, dos povos tradicionais, quilombolas e indígenas além de estudantes da Universidade do Estado da Bahia e da Uniasselvi.

“Muito importante que encontros como esses aconteçam para seguirmos juntas nos fortalecendo nas lutas por garantias de direitos e em combate as violências contra as mulheres”, chama atenção Elisangela.

 

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