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Audiência pública debate piso salarial das assistentes sociais

Publicado: 13 Maio, 2019 - 21h02 | Última modificação: 13 Maio, 2019 - 21h18

Escrito por: Ascom CUT Bahia Aline Damazio

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O excelente exemplo que a união da CUT BAHIA e sindicato filiados é sempre com resultados positivos como se demosntrou nesta tarde de segunda-feira, 13. NA ocasião foi realizada a Audiência Pública sobre o Piso Salarial das Assistentes Sociais da Bahia,  PL 5278/2009, no auditório da Alba. Iniciativa do Sindicato dos Assistentes Social da Bahia (SASB) com apoio da Central Única dos Trabalhadores da Bahia (CUT Bahia) e o deputado federal Jorge Solla.

O encontro reuniu representantes da categoria da capital e do interior que buscavam informações e  ajudar com contribuições e sugestões.

A mesa composta por presidente da CUT Bahia, Cedro Silva; a presidente do SASB, Marleide  Castro; Marcos Sampaio, membro do Conselho de Saúde; Dilma Jeane, do Conselho de Serviço Social;  Taise dos Santos Viana representante  da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social e também o deputado federal, Jorge Solla.

As falas foram no entorno dos direitos dos assistentes sociais, ações de apoio a categoria, proposta de piso salarial, jornada de trabalho digna de 30 horas, proposta de piso salarial sancionada por ex- presidente, Lula, melhores condições de trabalho e mais concurso para  trabalhadores da categoria.

“A categoria precisa se unir, acreditar que é possível, que essa conquista virá! Fazer campanha nas redes, nos jornais e levar para a base e aproveitar e falar que estamos em com conjuntura que exige mais luta, por isso a greve geral no dia 14 de junho contra a reforma da Previdência. Todas as categorias para  barrar um dos piores desmontes do direito da classe trabalhadora da história”, afirma Cedro Silva, presidente da CUT Bahia.

Já Marleide Castro, presidente do SASB destaca a valorização do assistente social. “Estamos vivendo uma época de conjuntura ruim para todas as categorias com a proposta da reforma da Previdência, por isso, precisamos nos unir para garantir as 30 horas de trabalho e  também nosso piso salarial. E nós do sindicato vamos trabalhar para isso. Vamos fazer audiências públicas para as assistentes sociais na capital e no interior para mais e mais companheiras terem acesso a esses direitos”,  aponta.

Em convergência com as falas anteriores, o deputado Jorge Sola acrescenta que a união e mobilização farão a diferença neste momento.”É muito importante essa ação que reúnem assistentes socais que lutam para que as pessoas tenham melhores condições de existência, e que agora lutam para condições dignas para si e para as demais. Para além, precisamos combater a reforma da Previdência que é uma tragédia social para todas as categorias”, ressalta.

Encontro como o de hoje, demonstram que mesmo a profissão de assistente social sendo regulamentada  em 1957 com a Lei nº 3252, hoje quase 62 anos depois de tanta luta e conquistas ainda se  debate direitos básicos dos profissionais da área.

Após as falas foi aberto para a platéia fazer perguntas em seguida os convidados acrescentaram as considerações finais da primeira de muitas ações programadas para ampliar o debate sobre os direitos das assistentes sociais da Bahia.